O massacre de Sandy Hook (ou Sandy Hoax?): uma história mal contada.

Feliz Ano Novo. 2013 começa quente com algumas notícias que vou postar em seguida. Antes, um post que estive preparando sobre o massacre em Sandy Hook.

Vou direto ao ponto, listando as incongruências que nos fazem pensar que este seria mais um ataque de falsa bandeira para ajudar Obama a ganhar apoio popular no controle de armas e assim obter maior controle sobre a população.

Primeiramente, é interessante saber que tanto o pai de Adam Lanza quanto o pai de James Holmes (do massacre de Aurora) trabalhavam na área de impostos e crédito de empresas envolvidas no escândalo Libor. Corre o boato de que os dois estariam marcados para depor sobre o escândalo, mas isso ainda é um fato sem confirmação, até porque a fonte é a agente de desinformação Sorcha Faal.

Mas vamos aos fatos concretos.

Disseram que a mãe de Adam Lanza seria professora naquela escola e fora morta lá. Mas ela não aparecia na lista de professores da instituição. Depois, desmentiram sobre sua profissão e disseram que ela fora morta em casa. Ela também teria trabalhado com finanças no passado, segundo um conhecido.

Adam Lanza

Um garoto comum, bom e inteligente, segundo amigos. Quando foi achado, estava com o RG de seu irmão mais velho, quem não via desde 2010, e esse RG não tinha sido roubado. Seu irmão prontamente disse no Facebook que não tinha sido ele quem matou. Logo depois, essas mensagens foram apagadas. Aliás, Adam teria apagado todo o conteúdo do seu computador para não deixar pistas. Do que, se ele planejava se matar?

Adam estaria com máscara e colete à prova de balas, e três armas pesadas. De novo, por que o colete, se o plano era se matar? Será que ele não foi morto? E mais: experts em armas dizem que é praticamente impossível alguém conseguir carregar sozinho toda aquela quantidade de armas e munição usando colete e máscara e ainda ter a agilidade que ele teve para matar 26 pessoas, sendo 20 crianças e 6 adultos, em tão pouco tempo.

E este é outro ponto: é possível um garoto, sozinho, por mais que estivesse armado, matar 26 pessoas, sem ser detido antes?

A namorada de Adam e uma amiga teriam sumido em New Jersey.

A polícia

E há mais inconsistências: segundo o áudio policial, havia mais de um atirador. Um vídeo de uma emissora mostra policiais correndo atrás de uma pessoa que fugia pela floresta a lado da escola. Eles acabam imobilizando a pessoa, mas neste momento, Adam Lanza já estava morto. Quem era essa pessoa?

Uma criança que foi entrevistada disse à TV que viu a polícia imobilizando alguém, mas, novamente, nessa hora Adam já estava morto.

O áudio ainda mostra policiais dizendo: “eles estão vindo”, “já o imobilizamos” e falam claramente em um segundo atirador, tudo isso depois de Adam Lanza já estar sem vida.

Na sexta-feira, a polícia disse que iria deixar os corpos na escola até domingo. Entretanto, no sábado de manhã anunciaram que já tinham recolhido os corpos, e ninguém viu.

Outra coincidência é que tanto o nome Aurora como o nome Sandy Hook aparecem no novo filme do Batman (aquele que estava estreando na sala em que ocorreu o massacre de Aurora). Pode ser coincidência mesmo, mas vejam só: no filme, o Cap. Gordon aponta para um mapa de Gotham City sobre a mesa, justamente onde está escrito Sandy Hook. E no mapa oficial de Gotham City que já é conhecido, não existe Sandy Hook. Ou seja, ele aparece somente no filme.

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As supostas vítimas

Alguém viu os corpos dos adultos e crianças mortos? Não, nada foi publicado. Ninguém viu, igualzinho com a “segunda morte” de Osama Bin Laden. Nem as crianças da escola, que tiveram que fechar os olhos para não ver o massacre. Não estou dizendo que ninguém morreu, mas na minha visão acredito que tenham sido menos pessoas do que o divulgado. Mas é só uma suposição. Temos que chorar por essas crianças, sim, mas os Estados Unidos por acaso choraram pelas crianças da Líbia, Afeganistão e Palestina que morrem todos os anos?

Agora, o mais absurdo: a mídia publicou fotos das vítimas antes de serem mortas. Só que uma mãe chamada Cathy Gaubert ficou estupefata ao perceber que uma foto da filha que tinha publicado no Flickr estava circulando como se fosse de uma das vítimas, sendo que sua filha estava vivinha e não tinha nenhuma relação com Sandy Hook!! O mesmo que aconteceu com os passageiros dos vôos de 11/9. Foto de seu Instagram, reproduzindo seu Facebook.

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A foto aparecia na página do Daily Mail que, depois disso, mudou a foto.

Aliás, sabiam que as famílias não puderam ver os corpos das crianças? Estas foram identificadas por fotos de seus rostos, fotos facilmente manipuláveis. E não foi permitido o acesso de paramédicos e nenhuma foto do crime ou autópsia foi divulgada.

Outro caso conhecido é o de Emily Parker, que teria sido morta em Sandy Hook. Uma foto mostra a família Parker, com Emily, antes do massacre. Outra foto estranha mostra Obama abraçando seus irmãos, mas uma das menininhas é praticamente igual a Emily. Pode ser uma irmã bem parecida? Pode, mas com a mesma roupa? Pessoas sugerem que a foto de família apareceu depois, com a foto de Emily inserida por edição de imagens para mostrar que existia uma irmã a mais.

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Em outro vídeo, o pai de Emily aparece dando risadas antes de ser pego pela câmera e, depois, “forçando” uma cara de choro. Meio suspeito para um pai que acaba de perder uma garotinha, não? Será que Emily foi mesmo morta ou será que isso foi inventado?

Agora, um caso que realmente mostra uma possível falsidade de tudo isso: os pais Laura e Nick Phelps teriam sido reconhecidos como na verdade sendo um casal de atores, Richard Sexton e Jennifer (Greenberg) Sexton. A semelhança é incrível. Também andam dizendo que Carlos Soto, o irmão de uma professora assassinada seria também da família, Brett Greenberg. Mas vi o perfil de Brett no Facebook e, apesar da semelhança, não acredito que sejam a mesma pessoa.

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Nick e Laura Phelps acima. Richard e Jennifer Sexton abaixo.

Richard e Jennifer Hoxton

Richard e Jennifer Sexton

Carlos Soto e Brett Greenberg

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Bem, depois de tudo isso, só se fala em controle de armas nos Estados Unidos. O próprio Obama, dias depois, disse publicamente que iria fazer novas propostas para o controle.

Lá, inclusive, quem questionar a versão oficial sobre o massacre de Sandy Hook pode ser preso. Tudo muito estranho, não?

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Massacre de Colorado – o buraco é mais embaixo

A enfermeira Jennifer Gallagher, de 46 anos, que cuidou das vítimas do massacre de Colorado (aquele do tiroteio na estréia do filme do Batman e saiu na foto com Obama) foi encontrada morta no início do mês. Ela estava passando as férias com a família em Iowa, quando saiu para um passeio de barco no lago. Ela não voltou mais, e seu corpo foi encontrado no lago na tarde seguinte.

Coisas estranhas emergem dessa história. Algumas mídias reportam que Jenny, como era conhecida, saiu para o passeio quando a família estava dormindo. Outras, dizem que ela foi nadar na companhia de uma amiga. Qualquer que seja a história, o que pode acontecer de tão dramático em um passeio no lago para ela acabar afogada?  E se ela estava com uma amiga, quem é essa amiga? Ela não poderia ter ajudado ou, ao menos, buscado ajuda? Afinal, jornais locais relatam que ela só foi dada como desaparecida na tarde do dia seguinte. Demorou, não?

Enfim, o curioso é que o massacre de Colorado já foi apontado como uma ação muito maior do que uma infeliz loucura de um drogado. Há quem diga que o massacre foi um golpe mal feito do governo, que queria criar um pretexto para uma campanha de desarmamento dos americanos (para quê, alguém desconfia?). Tanto é que o massacre aconteceu semanas antes de Obama assinar o United Nations Arms Trade Treaty, tratado de controle de armas da ONU que objetiva manter as armas longe das mãos de terroristas – o que poderia afetar os cidadãos comuns que possuem armas em casa. “Disfarçada de um tratado internacional de controle de armas para lutar contra o terrorismo e os sindicatos internacionais de crime, o tratado de pequenas armas da ONU é na verdade um esquema massivo, global de controle de armas”, disse o Rep. Paul Brown da Georgia, em mensagem distribuída pela Associação pelos Direitos de Armas, baseada em Colorado. Obama estava sofrendo muita pressão para não assinar esse acordo.

Somem-se a isso os fatos contraditórios sobre o massacre. Testemunhas dizem que havia um segundo atirador no local e que alguém abriu a porta da sala do cinema para James Holmes entrar. Uma segunda máscara de gás foi encontrada. Doze pessoas foram mortas e 58 ficaram feridas por um atirador com uma arma semi-automática. Áudio original da polícia daquele dia fala sobre dois atiradores, um de camiseta branca e azul e o que foi preso, que estava todo de preto. Um deles estava na rua, com máscara de gás, e outro no carro branco. E, no dia do julgamento, James Holmes tinha sido drogado à força, contra a vontade de seu advogado. Abaixo, depoimentos de testemunhas:

“Pelo que vimos, ele não estava sozinho, havia alguém com ele. Uma segunda lata de gás lacrimogêneo veio do outro lado”.

“Eu estava sentado na minha poltrona, e notei que uma pessoa se aproximou da primeira fila, à direita, e os créditos estavam passando, e pareceu que ele recebeu uma chamada no celular. Ele foi em direção à saída de emergência, o que eu achei estranho. E pareceu que ele deixou a porta propositadamente meio aberta. Assim que o filme começou, alguém entrou, todo de preto, máscara de gás, armadura, e jogou uma lata de gás na platéia, e saiu, e aí houve os tiros.”

Será que a enfermeira sabia de alguma coisa a mais?