Momento perigosíssimo para a humanidade em novembro, e ninguém fala sobre isso.

No mês que vem, vai se iniciar uma missão extremamente arriscada em Fukushima: a Tepco, empresa que opera a central nuclear, vai começar a remover mais de 400 toneladas de combustível radioativo do reator 4, afetado pelo terremoto seguido por tsunami em 2011. Segundo a própria Tepco, é uma operação arriscada, até por ser inédita.

Nessa missão, a Tepco precisa remover da unidade mais de 1300 varetas com pastilhas de urânio, que contêm 14 mil vezes mais radiação do que a bomba de Hiroshima. A dificuldade está em retirar as varetas sem danificá-las e sem que haja uma colisão. A razão disso é que, como no interior dessas varetas acontecem reações nucleares, sua proximidade poderia ocasionar o acúmulo de urânio, dando início a fissões nucleares em cadeia e, consequentemente, explosões. Além disso, o vazamento de combustível poderia contaminar a água onde essas varetas estão armazenadas.

Piscina de resfriamento em Fukushima

Piscina de resfriamento em Fukushima

Outro problema com a radiação de Fukushima, inclusive, diz respeito à água usada para resfriar os reatores. Essa água, contaminada de radiação, é armazenada em piscinas e reaproveitada pelo próprio complexo, mas muitas dessas piscinas já transbordaram por razões diversas, como a chuva abundante. Por causa disso, cerca de 300 toneladas de água radioativa já vazaram para o mar, segundo a Tepco. Um problema ainda sem solução e com consequências imprevisíveis.

Se a operação de remoção de combustível der errado, pode-se esperar um desastre em proporção mundial, como nunca se viu. Por outro lado, para a tranquilidade de todos, as chances de algo dar errado são mínimas. Se nada fora do previsto acontecer, como uma falha humana ou mesmo outro terremoto, a operação deve ser concluída com sucesso. Mas é bom ficarmos atentos.

A inversão dos pólos está acontecendo. E rápido.

Os pólos magnéticos podem estar se invertendo mais rápido do que se esperava. O pequisador Mr. Maverick Star percebeu que o pólo norte se moveu 161 milhas em apenas 6 meses. Neste ritmo, o pólo norte estará na Sibéria em menos de dois anos. Ele prevê que, neste momento, os pólos devem sofrer uma brusca inversão, cruzando a Linha do Equador. Isso vem depois das notícias do aparecimento de buracos no campo magnético terrestre e da mudança de pistas do Aeroporto de Tampa, na Flórida, em resposta à mudança do pólo magnético.

A aceleração fica clara quando consideramos que, no início dos anos 1900, o pólo norte se deslocava a uma velocidade de 15 km/ano. Depois, em 2007, verificou-se que a velocidade era de 55 km a 60 km/ano. E, agora, parece que aumentou de novo.

Pólo norte está se movendo mais rápido.

Pólo norte está se movendo mais rápido.

Pólo sul também está se deslocando.

Pólo sul também está se deslocando.

Gráfico mostra aceleração da mudança dos pólos.

Gráfico mostra aceleração da mudança dos pólos.

Para quem não está familiarizado com o tema, o planeta terra tem dois pólos magnéticos: o pólo norte e o pólo sul. A cada 200 mil ou 300 mil anos, ocorre uma inversão das polaridades, e o pólo norte vira sul e vice-versa, bruscamente falando. Acontece que já está em tempo de uma nova inversão magnética, já que a última ocorreu há cerca de 800 mil anos.

Efeitos da inversão magnética

Efeitos da inversão magnética.

As consequências de uma nova inversão dos pólos podem ir de um tilte geral em satélites desordenando toda a vida nas cidades, migrações desnorteadas de animais, enfraquecimento do campo magnético terrestre (que é o que evita que sejamos torrados pela radiação solar) até deslocamentos continentais, tsunamis e outras hecatombes. Há quem diga que extinções anteriores podem ter sido causadas pela inversão magnética, apesar de que o Homus erectus, por exemplo, sobreviveu a isso.

Existem mapas sugerindo uma nova configuração dos continentes depois da inversão magnética.

Existem mapas sugerindo uma nova configuração dos continentes depois da inversão magnética.

Até hoje, não se identificaram as causas das inversões magnéticas, mas as teorias vão desde movimentações no núcleo terrestre até a passagem de um corpo celeste como Nibiru.

Veja, no vídeo abaixo, as explicações do pesquisador.

Nibiru e uma semana de grandes terremotos

Estamos em uma semana de fortes terremotos, e isso nos faz pensar em uma relação com uma possível aproximação do sistema Nibiru. Hoje, tivemos um terremoto de 7.7 na escala Richter no mar entre a Rússia e o Japão, depois um de 7.3 e mais um de 7.3 no Nordeste da Rússia. E três réplicas de 5.1 na Califórnia. No sábado, terremotos de 6.3 e 6.4 no Irã causaram centenas de mortes e prejuízo de centenas de milhares de dólares. Os sismógrafos de todo o mundo parecem ter enlouquecido desde 27 de julho, em especial na região do Anel de Fogo do Pacífico (apesar de que já vimos esse quadro antes, e nada de mais significativo aconteceu).

Algumas fontes dizem que Nibiru se aproximará da Terra em 17 de agosto de 2012. E sua maior aproximação será em 26 de setembro de 2012. Os terremotos seriam uma predição desta aproximação? Bem, não custa lembrar o alarme que se fez sobre o dia 27 de setembro de 2011, como vimos aqui, plantado em grande parte por Sorcha Faal, e nada aconteceu. Assim, atendo-nos aos fatos, o que temos até agora são terremotos de forte intensidade em um curto período de tempo. Então, teremos que esperar para ver.

Mais fortes terremotos. O que está acontecendo com a Terra?

Nestas últimas semanas, fortes terremotos têm sido eventos quase diários. E isso é algo que anda preocupando cientistas do mundo todo. Esta madrugada foi a vez de Valparaíso, no Chile, tremer com um terremoto de 6.7 graus. E Papua Nova Guiné, há 5 horas, receber um terremoto de 7.0 graus. Vamos aguardar para ver o que se desenrola nas próximas semanas. Seria a aproximação de Nibiru? Diversas fontes esperam um grande evento para maio deste ano.

Terremotos de 8.7 e 8.2 na Sumatra

Hoje, a Sumatra foi atingida por fortíssimos terremotos, um de 8.7 seguido por outro de 8.2. Perto dali, em Jacarta, estava o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron. Outros fortes terremotos aconteceram nas horas seguintes. Um alerta de tsunami foi gerado, mas não foram registrados grandes danos materiais.