WikiLeaks vaza arquivos sobre existência de OVNIs

O WikiLeaks está liberando uma série de arquivos chamados “Podesta emails”, que são emails trocados por John Podesta, que é chefe da campanha de Hillary Clinton para a presidência, além de ter sido conselheiro do Obama e chefe de Gabinete da Casa Branca durante o governo do Bill Clinton. Até a eleição, o Wikileaks vai liberar mais de 50.000 emails.

E alguns já liberados revelam emails chocantes enviados a ele pelo astronauta da Apollo 14, Edgar Mitchell, o sexto homem a pisar na lua. Todos os emails podem ser vistos na página oficial do WikiLeaks, mas os mais relevantes até agora estou colocando aqui em tradução livre, juntamente com o link direto para facilitar. Vou colocar um por post, leia de baixo para cima para entender a ordem cronológica.

Email de 29/07/2014

> > De: rhardcastlewright@gmail.com
Para: Eryn_M_Sepp@who.eop.gov, john.podesta@gmail.com
Data: 2014-07-29 13:53
Assunto: Re: Pedido de reunião do astronauta da Apollo, Dr. Edgar Mitchell, para discutir Disclosure [nota do Pequena Dúvida: “Disclosure” é como se chama nos EUA a revelação de toda a verdade sobre OVNI ao público geral]

Querida Eryn [Eryn é a assistente do John Podesta]: Dr. Mitchell está disponível para uma reunião com John Podesta na semana de 11 de agosto, mas não poderá vir para DC [Washington]. Ele gostaria que eu fosse à reunião e então nos conectaríamos com ele por Skype. Agradeço se puder retornar com uma data e horário. Meu telefone é 301-915-4660.

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WikiLeaks vaza arquivos sobre existência de OVNIs – parte 2

Email de 18/08/2015

De:terribillionairs@aol.com
Para: john.podesta@gmail.com
Data: 2015-08-18 10:30
Assunto: email para John Podesta c/o Eryn re Tratado Espacial (anexado)

Como a Guerra no Espaço [Nota do Pequena Dúvida: ele se refere a países como China, Rússia e EUA guerreando entre si no espaço, ou seja, destruindo satélites uns dos outros, etc] está esquentando, achei que você deveria ficar sabendo de alguns fatos enquanto marcamos nossa conversa pelo Skype.

Lembre-se, a inteligência extraterrestre não violenta do universo contíguo está nos ajudando a trazer a energia ponto zero para a Terra.

Eles não vão tolerar qualquer forma de violência militar na Terra ou no espaço.

A informação em itálico a seguir foi compartilhada comigo pela minha colega Carol Rosin, que trabalhou muito proximamente por muitos anos com Wernher von Braun antes de sua morte.

Carol e eu trabalhamos no Tratado de Prevenção da Colocação de Armas no Espaço, anexado para sua conveniência.

[Abaixo ele coloca vários links para referência]

NEW GREAT NEWS: Federal Minister for Planning, Development and Reforms Ahsan Iqbal proposed cooperation in space technology between Pakistan and China as part of the historic declaration, saying it will take the Pak-China relations to new heights. http://tribune.com.pk/story/937041/cooperation-20-mous-worth-2-billion-signed/ A consortium of 35 Chinese companies was also formed that will invest in Pakistan: Pakistan and China on Wednesday signed 20 memoranda of understanding (MoU) worth $2 billion…emphasis on sustainability ________________________________________________________________ The Cosmic Consequences of Space Weapons: Why they Must be Banned to Preserve our Future FULL ARTICLE: http://consciousreporter.com/global-agendas/treaty-ban-weapons-space-urgently-needed/ ________________________________________________________________ WAR IN SPACE… War in space isn’t considered fantasy anymore http://www.aol.com/article/2015/08/12/war-in-space-isnt-considered-fantasy-anymore/21221875/ ___________________________________________________________________ PREPARING FOR WAR IN SPACE (articles below): http://www.outerplaces.com/science/item/9578-anti-satellite-missiles-and-international-tensions-see-us-china-and-russia-preparing-for-war-in-spaceAnti- Satellite Missiles and International Tensions See US, China and Russia Preparing for War in Space ____________________________________________________________ http://www.scientificamerican.com/article/war-in-space-may-be-closer-than-ever/??ftcamp=crm/email//nbe/FirstFTEurope/product War in Space May Be Closer Than Ever China, Russia and the U.S. are developing and testing controversial new capabilities to wage war in space despite their denial of such work By Lee Billings | August 10, 2015 _____________________________________________________________ http://www.express.co.uk/news/world/597809/Anti-satellite-weapons-space-war-Earth-Russia-China-United-States World War Three in SPACE? Fears over rise in anti-satellite weapons created by Russia A HUGE rise in anti-satellite weapons being developed by world powers has sparked fears the West could soon be embroiled in a fully-fledged war with Russia and China in outer space. ____________________________________________________________ War in space isn’t considered fantasy anymore http://www.aol.com/article/2015/08/12/war-in-space-isnt-considered-fantasy-anymore/21221875/ We’re arguably closer than ever to war in space. Most satellites orbiting Earth belong to the U.S., China and Russia. And recent tests of anti-satellite weapons don’t exactly ease the scare factor. It sounds like science fiction, but the potential for real-life star wars is real enough. It’s just not new. Fears of battles in space go back to the Cold War and several initiatives, like President Reagan’s “Star Wars” missile-defense system. Deputy Defense Secretary Robert Work spoke to Congress in June about the threat. He said during a speech the technology the U.S. developed during the Cold War allows it “to project more power, more precisely, more swiftly, at less cost.” Take a moment to think about everything satellites do. GPS, surveillance and communications all depend on them. And the Scientific American notes you can disable satellites without missiles. Simply spray-painting lenses or breaking antennas is enough. President Obama requested $5 billion for space defense in the 2016 fiscal budget. And a former Air Force officer told the Scientific American most of the United States’ capabilities in space have been declassified to send a clear message: There are no rules for war in space.

Saudações,

Edgar

Edgar D. Mitchell, ScD
Apollo 14 astronaut
6th man to walk on the Moon
Zero Point Energy Consultant

Novo cálculo mostra que faremos contato com alienígenas em cerca de 1.500 anos

Apesar de o Pequena Dúvida acreditar que este contato já foi feito há tempos, segue um artigo sobre um novo estudo que será apresentado neste mês.

O Paradoxo de Fermi sugere que já deveríamos ter feito contato com uma civilização extraterrestre, o que ainda não aconteceu. Aplicando um princípio filosófico de 500 anos, um pesquisador da Universidade Cornell mostra que o Grande Silêncio não é inesperado – nós só precisamos de mais tempo.

Em um novo estudo que será apresentado este mês na American Astronomical Society, os astrônomos Even Solomonides e Yervant Terzian combinam o Paradoxo de Fermi com o princípio da mediocridade para mostrar que não devemos esperar ouvir de alienígenas nos próximos 1.500 anos.

O motivo tem a ver com a vastidão da Via Láctea, o tempo que sinais de rádio levam para se propagar através do espaço, bem como a aparente “mediocridade” da espécie humana no escopo maior do universo.

“É possível ouvir a qualquer momento, mas torna-se provável que vamos ouvi-los em cerca de 1.500 anos”, observa Solomonides em um comunicado. “Até então, é possível que pareça que estamos sozinhos, mesmo que não seja o caso. Mas se pararmos de ouvir ou olhar, podemos perder os sinais. Assim, devemos continuar procurando.”

O princípio da mediocridade

A Via Láctea é enorme com seus 200 bilhões de estrelas. Mas, como o físico Enrico Fermi observou há quase meio século, houve tempo mais que suficiente para que os alienígenas declarassem sua presença para nós, de uma forma ou de outra. Muitas soluções vêm sendo postuladas para responder a esse aparente paradoxo, mas nada conclusivo.

O princípio da mediocridade, idealizado pelo matemático Copérnico no século XVI, sugere que não há nada de incomum ou especial sobre a Terra, a humanidade, nem nosso lugar no cosmos – somos na verdade muito banais no grande esquema das coisas.

“Até a nossa galáxia em espiral mundana e típica – não excepcionalmente grande em comparação com outras galáxias – é vasta além da imaginação”, diz Solomonides. “Esses números são o que tornam o Paradoxo de Fermi tão pouco intuitivo. Já visualizamos tantas estrelas e planetas, que alguém certamente teria nos alcançado até agora… isso demonstra por que parece que estamos sozinhos.”

É por causa desta incrível vastidão, diz Solomonides, que não recebemos um sinal de uma civilização alienígena.

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Desde os anos 60, o SETI vem tentando encontrar aliens ao detectar sinais de rádio. Até agora, nada. (Imagem: NRAO/AUI)

Emitindo sinais

Tome a nossa situação aqui na Terra, por exemplo: durante as últimos oito décadas, transmitimos sinais de rádio e eles estão se espalhando para o espaço como uma bolha em expansão.

Os aliens que receberem nossas mensagens de rádio teriam de detectá-las e, em seguida, reconhecê-las como vindas de fora. Então, eles teriam que lidar com a difícil tarefa de decifrar os sinais.

Dito isto, as emissões de rádio da Terra atingiram todas as estrelas dentro de cerca de 80 anos-luz do Sol, o que inclui 8.531 estrelas e possivelmente até 3.555 planetas semelhantes à Terra.

Pode parecer muito, mas Solomonides diz que não: isto representa apenas cerca de 0,125% da área plana da Via Láctea. Logicamente, estes mesmos parâmetros se aplicam aos alienígenas. Então, para nós sermos atingidos por sinais de vida extraterrestre, teríamos que estar em uma área muito especial e proporcionalmente pequena da galáxia. “E nós sabemos que não somos especiais”, escrevem os pesquisadores.

Assim, não devemos esperar ouvir de outra civilização alienígena até pelo menos metade da Via Láctea receber nossos sinais, o que não vai acontecer por mais 1.500 anos. Isso não quer dizer que não faremos contato até então; ou que, se não o fizermos, é porque não existem alienígenas. Os pesquisadores afirmam simplesmente que é “pouco provável que ouviremos algo antes desse período”.

O estudo

Os pesquisadores também levaram em conta a idade da Via Láctea, e calcularam que a humanidade estaria nos 90% medianos da população de espécies galácticas, em se tratando de difundir ondas de rádio. Isto significa que a humanidade não estaria entre os primeiros nem os últimos 5% das civilizações que desenvolveriam a tecnologia de transmissão de rádio.

De forma bastante pessimista, eles acreditam que houve menos de 210 civilizações inteligentes na história galáctica que se comunicam, o que implica que estamos entre os primeiros a desenvolver a tecnologia de transmissão de rádio. Os pesquisadores também acreditam que a civilização média vem transmitindo ondas há cerca de 80 anos, e que o limite superior para a radiodifusão sonora é de cerca de 1.600 anos.

“[Nós] esperamos ouvir de uma civilização alienígena quando cerca de metade da galáxia foi alcançada”, escrevem os pesquisadores em seu estudo. Eles aplicaram o princípio da mediocridade à Equação de Drake (um cálculo que procura prever o número de civilizações alienígenas com transmissores de rádio na galáxia) e outros fatores.

Assim, eles calculam que os sinais de rádio alienígenas precisariam se propagar por cerca de 1.580 anos antes de metade da galáxia ser atingida. Se não ouvirmos de aliens até lá, os pesquisadores dizem que isso seria “desconcertante”, e o Paradoxo de Fermi emergiria como um problema relevante.

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E quanto à colonização interestelar? (Imagem: Long Pham/Concept Ships)

Ressalvas

É uma conclusão interessante, claro, mas este estudo – que ainda está para ser publicado em uma revista com revisão por pares – tem alguns problemas. Primeiro, ele assume exclusivamente que o SETI clássico é o modo de comunicação interestelar. Conforme o tempo passa, estamos aprendendo que há um número significativo de maneiras para que inteligências alienígenas informem sobre sua presença.

Em segundo lugar, Solomonides e Terzian subestimam o grau em que os sinais de rádio degradam ao longo de grandes distâncias. Para uma civilização alienígena detectar um sinal de rádio a milhares de anos-luz de distância, eles teriam que concentrar antenas de rádio enormes por períodos prolongados de tempo (meses ou anos) em um único ponto no céu. Parece improvável, e um desperdício de recursos.

Finalmente, os pesquisadores também não conseguem resolver um aspecto importante do Paradoxo de Fermi: a sugestão de que os aliens iriam realizar a colonização interestelar. Cálculos anteriores demonstram que a Via Láctea, devido a sua idade extrema, pode ter sido colonizado muitas vezes até agora (um trabalho recente mostra que isso deve levar menos de um bilhão de anos, talvez até algumas dezenas de milhões de anos). Esta possibilidade é ignorada no novo estudo.

Assim, mesmo que seja encorajador, este trabalho não oferece uma solução definitiva para o Grande Silêncio. O Paradoxo de Fermi ainda é um problema relevante, que até mesmo o princípio da mediocridade não pode tratar de forma suficiente.

[ArXiv]

Foto: Stephane Guisard/ESO

Fonte

“ETs ajudam a manter a paz na Terra”, diz astronauta que caminhou na Lua

Mitchell em sua caminhada na Lua (Foto: Reprodução/NASA)

Mitchell em sua caminhada na Lua (Foto: Reprodução/NASA)

Alienígenas ajudam a manter a paz mundial. A frase poderia ser dita por qualquer pessoa, mas não foi. Saiu da boca de Edgar Mitchell, astronauta norte-americano que caminhou na superfície da Lua em 1971, durante missão da Apollo 14.

Hoje, aos 84 anos, Mitchell garante que ETs visitaram as bases nucleares dos Estados Unidos e da União Soviética durante a Guerra Fria. Nesse episódio, eles teriam desarmado mísseis que ameaçavam fortemente a estabilidade social da Terra.

“Conversei com oficiais das Forças Aéreas que trabalharam nestes locais durante a Guerra Fria. Eles disseram que OVNIs eram frequentemente vistos por lá e que os mísseis eram desarmados por eles. Outros oficiais baseados no Pacífico contaram que os seus mísseis chegaram a ser abatidos por nave alienígena em testes”,  contou Mitchell ao Daily Mirror.

Apesar das declarações do ex-astronauta, a Nasa não se pronunciou sobre o caso citado por ele. Recentemente, um ex-ministro da Defesa do Canadá já havia citado a mesma temática, afirmando que autoridades mundiais têm contato com ETs e que eles ajudam na manutenção do planeta enquanto local pacífico.

Fonte: Yahoo Brasil

Esfera de metal vinda do espaço expele material biológico e intriga cientistas

Esfera de titânio de vanádio tem diâmetro de um cabelo humano. Foto: Reprodução.

Esfera de titânio de vanádio tem diâmetro de um cabelo humano. Foto: Reprodução.

A ideia de uma civilização extraterrestre avançada enviar ao nosso planeta uma cápsula contendo material biológico parece pura ficção científica, certo? Pois saiba que o cenário é levado a sério por pesquisadores das universidades de Birmingham e de Sheffield, na Inglaterra, depois de uma descoberta recente e completamente extraordinária.

Ao enviar balões a uma altitude de 27 quilômetros para coletar partículas na estratosfera, o grupo de astrobiólogos acabou capturando uma minúscula esfera metálica. Para a surpresa de todos, o interior estava repleto de um líquido biológico viscoso, que possivelmente continha material genético e jorrava para fora através de um orifício. Ao que tudo indica, nunca algo parecido foi encontrado na Terra.

Os cientistas têm certeza de que a estrutura veio do espaço pois provocou um impacto considerável ao se chocar com o balão, algo que não teria ocorrido se não fosse a alta velocidade de reentrada atmosférica.

“É uma bola de diâmetro comparável ao de um cabelo humano, que tem vida filamentosa na parte externa e um material biológico espesso escorrendo de seu centro”, resumiu o líder do estudo Milton Wainwright, do Centro de Astrobiologia da Universidade de Birmingham, ao jornal britânico Express.

A equipe ficou ainda mais perplexa quando análises de raios X revelaram a composição da esfera: titânio, com traços de vanádio. Diversas hipóteses foram levantadas a respeito da origem do estranho objeto, sendo que a mais provável para os pesquisadores sugere que ele tenha chegado até a Terra por meio de um cometa. O que já é uma enorme descoberta.

Outras possibilidades, no entanto, vão mais além. “Uma teoria é de que a esfera tenha sido enviada por alguma civilização desconhecida para continuar semeando o planeta com vida”, especula Wainwright. E esta vida, inclusive, poderia representar graves riscos à espécie humana, como a propagação de doenças mortais.

A ideia de que a vida na Terra tenha surgido a partir de cometas ou de outras formas semelhantes é chamada de panspermia, e apesar de ainda encontrar resistência no meio científico, foi amplamente defendida por cientistas como Francis Crick, um dos descobridores da estrutura do DNA, e também pelo astrônomo Carl Sagan.

Pesquisas recentes apontam cada vez mais para a existência de um intercâmbio de matéria entre a atmosfera terrestre e o cosmos, e também para o fato de que material genético e também certos tipos de organismos, como bactérias e vírus, são capazes de sobreviver às adversidades do espaço.

Via Express

UPDATE: Gostaríamos de acrescentar a esta história algumas considerações que são de suma importância mas que ficaram de fora do texto que você acaba de ler. Um bom ponto de partida seria a frase tornada popular pelo astrônomo Carl Sagan: “Alegações extraordinárias requerem evidências extraordinárias”.

Apesar de a hipótese da panspermia dirigida ser plausível e apoiada por pesquisadores de peso, ela certamente é uma alegação extraordinária, que exige, portanto, evidências que sejam da mesma natureza. E o artigo assinado por Wainwright e seus colegas vem acompanhado de algumas controvérsias e inconsistências que não podem, de forma alguma, ser desconsideradas. Vamos, então, a uma análise mais cética da descoberta.

A primeira e maior das controvérsias é o periódico no qual foi publicada. O “Journal of Cosmology” é conhecido pelo caráter duvidoso dos estudos veiculados. Pouco se sabe sobre seu processo de revisão por pares, fundamental para a manutenção do rigor científico, e as pesquisas sobre astrobiologia que publica normalmente são enviesadas para corroborar a tese da panspermia.

Há dois anos, Wainwright co-assinou um artigo no veículo onde alegava ter coletado bactérias alienígenas na estratosfera terrestre, descoberta que não chegou a ser comprovada por falta de provas concretas. O pesquisador indiano Chandra Wickramasinghe, também da Universidade de Buckingham e um dos autores da pesquisa sobre a esfera de titânio, é editor do Jounal of Cosmology – ele tenta há décadas comprovar que a Terra é bombardeada por microorganismos vindos, sobretudo, de cometas.

O próprio Wainwright destacou ao Daily Mail a natureza improvável da hipótese: “A menos que possamos descobrir detalhes sobre a civilização que supostamente enviou a esfera, esta provavelmente é uma teoria que não se pode provar”, disse. O estudo também é pouco científico ao afirmar que a esfera só pode ter vindo do espaço sem antes ter conduzido experimentos para chegar a esta conclusão.

Fonte: Revista Galileu

NASA identifica luzes brilhantes vindo de Ceres

Luzes em Ceres. Fonte: NASA

Luzes em Ceres. Fonte: NASA

Ceres é um planeta-anão localizado no cinturão de asteroides, entre Marte e Júpiter. A nave Dawn, da NASA, está se aproximando de Ceres e identificou duas luzes brilhantes em sua superfície, como mostra esta foto do dia 19 de fevereiro, feita de uma distância de 46.000 quilômetros.

Os cientistas ainda não sabem explicar o fenômeno, mas as hipóteses variam de reflexo de gelo a vulcões. Entretanto, nenhuma dessas explicações parecem convincentes.

Poderia ser sinal de vida alienígena? Pelo jeito, saberemos mais detalhes depois que a nave entrar na órbita de Ceres, no dia 6 de março, e pelos próximos 16 meses.

Veja direto no site da NASA, aqui.