NASA interrompe transmissão ao vivo após aparição de OVNI

Durante um experimento da NASA para produzir imagens em HD no espaço, foi focalizado um objeto não identificado. Em poucos segundos, a transmissão foi cortada, reforçando a suspeita de que a NASA teria interrompido o sinal por causa do tal OVNI. Assistindo ao vídeo, é suspeito mesmo. Veja.

Para quem acha que o OVNI é, na verdade, a lua, aqui está outro vídeo do mesmo experimento, mostrando a lua. Ou seja, aquele OVNI não era a lua.

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O Planeta X pode realmente existir — mas isto a gente já sabia

Imagem: Don Dixon/ cosmographica.com

Imagem: Don Dixon/ cosmographica.com

Pelo menos dois planetas maiores do que a Terra provavelmente se escondem nas profundezas escuras do espaço muito além de Plutão, apenas esperando para ser descobertos, sugere uma nova análise das órbitas dos “objetos extremos transnetunianos” (ETNOs).

Pesquisadores estudaram 13 ETNOs — corpos gélidos, como o planeta-anão Sedna, que circundam o Sol a grandes distâncias em trajetórias elípticas.

Segundo membros da equipe de estudo, a teoria prevê um certo conjunto de detalhes para órbitas ETNO. Por exemplo, elas devem ter um semi-eixo maior, ou distância média do Sol, de cerca de 150 unidades astronômicas (UA) (1 UA é a distância entre a Terra e o Sol — cerca de 93 milhões de milhas ou 150 milhões de quilômetros). Essas órbitas também devem ter uma inclinação em relação ao plano do sistema solar de quase 0 grau, entre outras características.

Mas as órbitas reais dos 13 ETNOs são bastante diferentes, com semi-eixos maiores que variam 150-525 UA e inclinações médias de cerca de 20 graus.

“Esse excesso de objetos com parâmetros orbitais inesperados nos faz acreditar que algumas forças invisíveis estão alterando a distribuição dos elementos orbitais dos ETNOs, e consideramos que a explicação mais provável é a de que outros planetas desconhecidos existem além de Netuno e Plutão”, disse em um comunicado o autor principal Carlos de la Fuente Marcos, da Universidade Complutense de Madrid.

“O número exato é incerto, uma vez que os dados que temos são limitados, mas nossos cálculos sugerem que existem pelo menos dois planetas, e provavelmente mais, dentro dos limites do nosso sistema solar”, acrescentou.

Os potenciais mundos desconhecidos teriam mais massa do que a Terra, disseram os pesquisadores, e estariam a cerca de 200 AU ou mais de distância do sol — tão longe que seria muito difícil, se não impossível, detectá-los com os instrumentos atuais.

Os novos resultados, detalhados em dois artigos no periódico Monthly Notices of the Royal Astronomical Society: Letters, não são os primeiros a dar crédito para a possível existência de um chamado Planeta X.

Em março de 2014, Chadwick Trujillo e Scott Sheppard anunciaram a descoberta do 2012 VP113, um ETNO que nunca fica mais perto do Sol do que 80 AU. O 2012 VP113 então se juntou ao Sedna como os dois habitantes conhecidos do “interior da Nuvem de Oort”, uma região longínqua e em grande parte inexplorada do espaço além do Cinturão de Kuiper (onde Plutão se encontra).

Trujillo e Sheppard sugeriram que as órbitas do 2012 VP113 e e do Sedna são consistentes com a presença contínua de um grande “perturbador”— talvez um planeta com 10 vezes mais massa do que a Terra, situado a 250 UA do Sol.

No entanto, a dupla ressaltou que outras explicações também são possíveis. Por exemplo, o Sedna e o 2012 VP113 podem ter sido empurrados para fora de suas posições atuais por interações com outras estrelas no aglomerado do nascimento do Sol, há muito tempo atrás. Os objetos também podem ter sido capturados de outro sistema solar durante um encontro próximo estelar.

De la Fuente Marcos e seus colegas também reconhecem a possibilidade de tais cenários alternativos. O quadro deve ficar mais claro à medida que pesquisadores estudem as órbitas de objetos gelados cada vez mais distantes, disse ele.

“Se confirmado, nossos resultados podem ser verdadeiramente revolucionários para a astronomia”, disse de la Fuente Marcos.

Fonte: Space.com

Novo vídeo do ex-Ministro da Defesa do Canadá falando que ETs existem

Quem viu o vídeo que circulou no ano passado vai se lembrar de Paul Hellyer, ex-Ministro da Defesa do Canadá que falou publicamente em audição que ETs existem, estão entre nós e algumas raças inclusive colaboram com o governo americano.

Pois, há poucos dias, ele deu uma entrevista ao programa SophieCo do canal Russia Today, em que fala um pouco mais sobre o assunto. Entre outras coisas, ele diz que os ETs estão aqui para ajudar a humanidade. Imperdível. Vídeo em inglês.

Vídeo anterior, da audição pública:

Enorme objeto está acompanhando o cometa ISON

Vejam nos vídeos. Alguns estudiosos dizem que se trata de um OVNI ou até mesmo de Nibiru. Bem, levando ao pé da letra a definição de OVNI, de que é um objeto voador não-identificado, concordo. Mas acredito que as imagens ainda não são suficientes para se especular sobre naves extraterrestres. Nibiru, acho difícil. Poderia ser algum objeto natural (enorme, diga-se de passagem), que foi atraído pelo cometa?

Esfera gigante é registrada atrás do sol pela Stereo Behind

A esfera gigante pode ser vista ao lado direito do sol, no vídeo.

Este vídeo foi feito no programa “movie maker” a partir de 83 imagens disponibilizadas pela NASA referente a imagens registradas no filtro EUVI 195 do Stereo Behind. Intensificamos o efeito de meio-tom nas imagens para sobressair a “anomalia” (que aparece ao lado direito do sol) e no movie maker aplicamos o efeito onde é percorrido todo o espectro das cores.

Pequenas possíveis conclusões ao observar o vídeo:

1 – No vídeo, a esfera está atrás do Sol (em profundidade), ou seja, é ainda maior do que aparenta ser no vídeo.

2 – O tamanho da esfera, coincidência ou não, pode ser aproximadamente o mesmo que a própria ciência no passado divulgou ser o tamanho do Segundo Sol (um dos nomes adotados pela ciência foi “Planeta X”), ou seja, 4 vezes o tamanho de Júpiter (4 vezes o diâmetro).

3 – A imagem abaixo representa a comparação do tamanho do nosso Sol com Júpiter (o maior planeta do nosso sistema solar). Ainda faz uma comparação com o Segundo Sol (Hercólubus), onde algumas fontes dizem ser aproximadamente 4 vezes o diâmetro de Júpiter (recorrendo a matemática básica no cálculo de volume de esfera ((pi*diâmetro³)6), equivaleria dizer que dentro de Hercólubus caberia, aproximadamente, 64 planetas do tamanho de Júpiter. (Obs. Dentro de Júpiter caberia aproximadamente 1.400 planetas do tamanho da Terra).

 Fonte: Segundo Sol.
 

Nibiru e uma semana de grandes terremotos

Estamos em uma semana de fortes terremotos, e isso nos faz pensar em uma relação com uma possível aproximação do sistema Nibiru. Hoje, tivemos um terremoto de 7.7 na escala Richter no mar entre a Rússia e o Japão, depois um de 7.3 e mais um de 7.3 no Nordeste da Rússia. E três réplicas de 5.1 na Califórnia. No sábado, terremotos de 6.3 e 6.4 no Irã causaram centenas de mortes e prejuízo de centenas de milhares de dólares. Os sismógrafos de todo o mundo parecem ter enlouquecido desde 27 de julho, em especial na região do Anel de Fogo do Pacífico (apesar de que já vimos esse quadro antes, e nada de mais significativo aconteceu).

Algumas fontes dizem que Nibiru se aproximará da Terra em 17 de agosto de 2012. E sua maior aproximação será em 26 de setembro de 2012. Os terremotos seriam uma predição desta aproximação? Bem, não custa lembrar o alarme que se fez sobre o dia 27 de setembro de 2011, como vimos aqui, plantado em grande parte por Sorcha Faal, e nada aconteceu. Assim, atendo-nos aos fatos, o que temos até agora são terremotos de forte intensidade em um curto período de tempo. Então, teremos que esperar para ver.

Anomalias – Vênus e Júpiter

Muitos vídeos e artigos estão sendo publicados ultimamente na internet, dando conta de anomalias detectadas em Vênus e Júpiter. Vênus tem aparecido com uma mancha escura, grande, abrindo espaço para muitas especulações.

Algumas sugerem que a grande mancha, ou “dark hole/spot”, poderia ser uma grande tempestade naquele planeta. Imaginem o tamanho da tempestade, dada a enorme circunferência da mancha.

Outros dizem que a mancha pode ser o resultado de um recente impacto de asteróide ou meteorito. Neste caso, o problema já seria mais sério, porque se um meteorito desse tamanho se aproximasse da Terra, certamente seria classificado como ELE (Extinction Level Event).

Poderia ainda ser magma decorrente da intensa atividade sísmica de Vênus, que já é tão quente. Mas o que estaria causando isso?

Há os que afirmam que isso seria Bokeh, um efeito da câmera ao dar zoom, que forma como uma bola na imagem iluminada. Eu concordo que haja Bokeh, mas acho estranho que haja uma “bola” mais escura. Para isso acontecer, o Bokeh deveria ter se formado sobre um ponto escuro existente em Vênus. Por isso, uma coisa não exclui a outra.

Já sobre Júpiter, a constatação é a de que ele está com um brilho anormal para o momento. Segundo especialistas, ele não seria observado neste mês por conta de sua conjunção com o sol.

Na recente conjunção com Vênus, as notícias davam conta de que Júpiter poderia ser identificado como o objeto abaixo de Vênus, de menor brilho. Mas essa foi a imagem que apareceu:

Júpiter, abaixo, bem mais brilhante do que Vênus.

O dia de maior aproximação de Júpiter com a Terra nas últimas décadas foi 22 de setembro de 2010. Agora, Júpiter está se distanciando da Terra. Mas, apesar disso, seu brilho está ainda maior que em 2010. As especulações também existem aqui: seria apenas um efeito óptico causado pelo sol, que deixa Júpiter mais brilhante aos nossos olhos? Um efeito da redução da atmosfera?

Não é de hoje que eu tenho notado um objeto de fortíssimo brilho à noite. Isso tudo nos deixa com a pulga atrás da orelha: por que Júpiter está tão próximo da Terra, ou tão brilhante? Ou, se não se trata de Júpiter, o que será este objeto que brilha tão fortemente nos nossos céus noturnos?