A estranha relação entre os tiroteios americanos e os filmes de Hollywood

Elliot Rodger. Foto internet.

Elliot Rodger. Foto internet.

Sexta-feira passada, à noite, um jovem de 22 anos chamado Elliot Rodger teria matado seis pessoas e se suicidado em seguida, em Isla Vista, Califórnia. A ligação deste fato com outros massacres do tipo, como os de Aurora e Sandy Hook, não estão apenas em terem sido praticados por “jovens com problemas psicológicos com raiva do mundo”. Há uma linha sutil que liga um desses massacres ao outro e também à indústria do entretenimento hollywoodiana. Cada fato em separado não aponta qualquer estranheza. O que é intrigante é a relação entre eles quando analisados em conjunto. Vamos aos fatos – vejam bem: fatos, e não conspirações.

Começando pelo fim:

Tiroteiro de Isla Vista (2014)

Elliot Rodger, o autor do recente tiroteio de Isla Vista, é filho do diretor-assistente do filme Jogos Vorazes.

Tiroteio de Sandy Hook (2012)

O tiroteio da escola Sandy Hook, em que Adam Lanza matou 27 pessoas, aconteceu na cidade de Newtown, em Connecticut. Essa é a cidade onde vive a autora de Jogos Vorazes, Suzanne Collins, que, a propósito, é filha de um militar americano.

Sandy Hook também é o nome de uma ilha fictícia que aparece no filme Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge. No longa, ela é palco de destruição do estádio de Gotham. Um kit enviado para a imprensa continha uma camiseta e um mapa de Gotham City, em que Sandy Hook é marcada como “Área de Ataque”.

Sandy Hook, no mapa de Gotham City

Sandy Hook, no mapa de Gotham City. Foto internet.

Kit do filme Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge. Foto internet.

Kit do filme Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge. Foto internet.

Sandy Hook, em Gotham City: Área de Ataque. Foto internet.

Sandy Hook, em Gotham City: Área de Ataque. Foto internet.

Tiroteio de Aurora (2012)

O tiroteio em Aurora, em que James Holmes matou 12 pessoas, aconteceu no cinema durante a estreia do filme Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge. O mesmo filme que cita a ilha fictícia de Sandy Hook.

Resumindo, o autor do tiroteio de Isla Vista é filho do diretor-assistente de Jogos Vorazes. Jogos Vorazes foi escrito por uma autora que reside em Newtown, cidade onde aconteceu o massacre de Sandy Hook. Sandy Hook é o nome de uma ilha fictícia que aparece no filme Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge, que era o filme que estava estreando no cinema onde aconteceu o tiroteio de Aurora.

Apenas coincidências ou há uma inteligência por trás disso tudo? É sabido que os Illuminatti utilizam-se da indústria do entretenimento para passar mensagens e simbolismos, como em filmes e clipes musicais. E não podemos nos esquecer das inconsistências que verificamos na versão oficial de muitos desses crimes e de que seus autores, normalmente, são descritos por conhecidos como pessoas pacíficas, e aparecem mortos em condições duvidosas ou são silenciados, de uma forma ou de outra. No dia de seu julgamento, James Holmes apareceu drogado, contra a vontade de seu advogado. Na explosão de Boston, os irmãos Tsarnaev foram capturados vivos, conforme podemos ver em fotos e imagens divulgadas, mas o irmão mais velho apareceu morto e o irmão mais novo teve sua garganta gravemente ferida, impossibilitando sua comunicação pela fala. Leia mais sobre isso aqui, aqui, aqui e aqui.

Mas, se tudo foi planejado pela NOM, por que muitos desses suspeitos teriam deixado bilhetes e até vídeos que sugeririam que poderiam ter descontrole mental ou ser capazes de cometer esses crimes? Uma hipótese é a de que esses suspeitos poderiam ser vítimas de programas de controle mental, como o MK Ultra, desenvolvido pela CIA. Acha absurdo? Pois saiba que a existência desse programa é comprovada, e a CIA já foi até processada por causa dele. É fato que esse programa já fez pelo menos uma vítima – o cientista Frank Olson, que se matou depois de dias apresentando comportamento estranho. A atriz americana Roseanne Barr, que já denunciou várias práticas da NOM, afirma, sem medo, que o MK Ultra domina Hollywood. Até a banda Muse já criou uma música que fala sobre o programa.

E qual seria o objetivo disso tudo? É só notar que sempre que há um tiroteio desse tipo, a mídia americana e o Obama só falam em controle de armas, um tema para o qual ainda precisam de apoio da opinião pública para ser concretizado. E, agora, fica como lição de casa pensar para quem interessa o desarmamento da população americana.

Assassinos em massa podem existir? Sim, claro, e eles realmente existem. Mas não podemos negar que as estranhezas são várias. Agora que você já sabe que essa técnicas de controle mental por ondas de radiofrequência, hipnose, tortura e drogas são reais, pode decidir com mais embasamento em que versão acredita.

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“Criaturas não-humanas controlam o mundo”, diz ex-executiva do Banco Mundial

Você deve se lembrar de Paul Hellyer, ex-Ministro da Defesa do Canadá, que falou publicamente que raças de ETs colaboram com o governo americano, relembre aqui. Agora, quem vem fazer coro às declarações de que outras raças não-humanas estão operando na Terra é Karen Hudes, ex-executiva do Banco Mundial (World Bank), de onde foi demitida por denunciar corrupção na instituição.

Karen trabalhou no departamento jurídico do Banco Mundial por 20 anos, o que a colocou em uma posição privilegiada para obter informações sobre os esquemas que governam o mundo. Antes disso, estudou Direito na Universidade de Yale e Economia na Universidade de Amsterdam.

Em entrevista recente, cujos vídeos estão abaixo, Karen afirma que seres da raça Homo capensis controlam o Vaticano. Disse também que todo maçom que chega ao grau 33 descobre que Moisés e Akenaton eram o mesmo ser, e que, na verdade, Moisés era um Homo capensis. Segundo Karen, há provas em DNA da existência desses seres, o que poderia ser confirmado pelos recentes estudos dos crânios alongados do Peru, que demonstraram material genético desconhecido, não encontrado em humanos, veja aqui.

As informações podem soar absurdas para alguns, mas esclarecedoras para outros. Assista e tire suas próprias conclusões. Vídeos em inglês, com legendas em espanhol.