Matador da base naval pode ter sido vítima de programa de controle mental

Aaron Alexis

No dia 16 de agosto, o ex-militar Aaron Alexis teria aberto fogo na base da Marinha de Washington e matado 12 pessoas. Em seguida, como parece ser de praxe nesse tipo de situação, foi morto pela polícia, sem poder dar explicações, contar sua versão da história ou ser julgado no tribunal.

E como também costuma acontecer nesses casos, logo surgem as dúvidas e contradições na versão oficial da história. Vamos a elas.

1) Alexis disse à polícia que estava sendo perseguido

Semanas antes do tiroteio, Alexis se envolveu em uma discussão em um aeroporto. Depois disso, percebeu que três pessoas começaram a segui-lo.

Segundo Alexis, as pessoas usavam um tipo de máquina que emitia microondas para enviar mensagens a ele, fazendo com que ouvisse vozes e não conseguisse dormir. Depois de trocar de hotel 3 vezes tentando fugir desses sons, ligou para a polícia com o objetivo de emitir um relatório de assédio.

Alexis, que, segundo seu pai, trabalhou no resgate do 11 de setembro, nunca tinha tido qualquer problema mental, nem histórico familiar. A mídia e a polícia logo pintaram o retrato de um homem com problemas mentais como esquizofrenia e paranoia, para justificar sua ação. No entanto, devemos ver o outro lado da história, escrito abaixo.

2) Programas de controle mental são reais e já foram divulgados 

Quem está familiarizado com o assunto sabe que controle mental não é nenhuma fantasia e muito menos teoria da conspiração. Afinal, foi admitido em arquivos oficiais liberados pelo governo americano. O projeto MK Ultra da CIA, cujos documentos foram  liberados em 2001 pelo Freedom of Information Act, tinha como objetivo desenvolver programas de controle mental e, segundo Vitor Marchetti, funcionário da CIA por 14 anos, o projeto continua até hoje. Não é conspiração, é fato divulgado.

Segundo o The Washington Times, Julianne McKinney, ex-diretora do Projeto de Vigilância Eletrônica e veterana da inteligência do exército americano, escreveu em seu livro, “Microwave Harassment & Mind-Control Experimentation” que “os objetivos de longo prazo desses assédios e campanhas de experimentação parecem ser (…) forçá-los a cometer um ato de violência, seja suicídio ou assassinato, sob condições que possam ser plausivelmente negadas pelo governo”.

Hoje em dia já existe até tecnologia de emissão de sons de baixa frequência sendo usada em esforços publicitários para atingir apenas determinados consumidores.

Com relação às armas de microondas, Alexis, sendo ex-militar e reservista da Marinha, sabia do que estava falando. Muitos oficiais da Marinha americana, hoje, são treinados em sistemas de microondas e armas de energia dirigida.

3) ELF não é novidade nem para a mídia

O suspeito tinha escrito em sua arma as seguintes frases: “My ELF Weapon” e “Better off this way”, que em tradução livre querem dizer “Minha arma ELF” e “Melhor assim”.

Armas ELF (Extremely Low Frequency) são armas que trabalham com ondas de frequência extremamente baixas, como aquelas das quais Alexis disse que estava sendo vítima dias antes do tiroteio.

Mas o interessante disso é que, ao falar sobre as inscrições na arma, a grande mídia está admitindo o uso dessas frequências. Conforme artigo do Washington Post, “A Marinha já usou frequências extremamente baixas em várias ocasiões”.

4) Time da SWAT recebeu ordens para não evitar a tragédia

Minutos depois do início do tiroteio na base da Marinha, um oficial da Polícia Metropolitana pediu a ajuda do time CERT, que estava nas proximidades. O time, que era especialmente treinado para essas situações e estava armado, contatou seus superiores pelo rádio, mas recebeu ordem de deixar o local. Aaron Alexis só foi morto 40 minutos depois do início dos tiroteios. Ainda não há explicação para essa atitude.

Assim como aconteceu em outros assassinatos em massa, a discussão se volta para o controle de armas nos EUA. Muita gente está defendendo o controle, mas a realidade é que, se Alexis tinha mesmo problemas mentais, não deveria ter licença para armas em primeiro lugar. Por isso, é curioso esse histórico aparecer só agora. Outras pessoas, no entanto, afirmam que essa teria sido mais uma operação para se ganhar apoio popular para o controle de armas, com objetivo de se manter a população sob controle no caso de uma guerra civil ou coisa parecida.

Não estamos dizendo que Alexis não foi culpado ou que não tinha doenças mentais, mas as questões acima devem ser consideradas antes de se chegar a uma conclusão. Entretanto, como em outros casos, é possível que continuemos sem resposta.

Assista abaixo a um vídeo com Barrie Trower, físico que trabalhou para a Marinha Real e o Serviço Secreto Britânico, falando sobre o uso de microondas como armas.

3 respostas em “Matador da base naval pode ter sido vítima de programa de controle mental

  1. Prezados amigos, sei que é difícil crer mas analisem a possibilidade de TODOS os últimos atentados que foram noticiados nos EUA serem operações de guerra psicológica do governo ( banqueiros, wall street & corporações) vs povo norte americano.

    Sandy Hook incluso.
    abrçs


  2. Pingback: A estranha relação entre os tiroteios americanos e os filmes de Hollywood | Pequena Dúvida

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