Massacre de Colorado – o buraco é mais embaixo

A enfermeira Jennifer Gallagher, de 46 anos, que cuidou das vítimas do massacre de Colorado (aquele do tiroteio na estréia do filme do Batman e saiu na foto com Obama) foi encontrada morta no início do mês. Ela estava passando as férias com a família em Iowa, quando saiu para um passeio de barco no lago. Ela não voltou mais, e seu corpo foi encontrado no lago na tarde seguinte.

Coisas estranhas emergem dessa história. Algumas mídias reportam que Jenny, como era conhecida, saiu para o passeio quando a família estava dormindo. Outras, dizem que ela foi nadar na companhia de uma amiga. Qualquer que seja a história, o que pode acontecer de tão dramático em um passeio no lago para ela acabar afogada?  E se ela estava com uma amiga, quem é essa amiga? Ela não poderia ter ajudado ou, ao menos, buscado ajuda? Afinal, jornais locais relatam que ela só foi dada como desaparecida na tarde do dia seguinte. Demorou, não?

Enfim, o curioso é que o massacre de Colorado já foi apontado como uma ação muito maior do que uma infeliz loucura de um drogado. Há quem diga que o massacre foi um golpe mal feito do governo, que queria criar um pretexto para uma campanha de desarmamento dos americanos (para quê, alguém desconfia?). Tanto é que o massacre aconteceu semanas antes de Obama assinar o United Nations Arms Trade Treaty, tratado de controle de armas da ONU que objetiva manter as armas longe das mãos de terroristas – o que poderia afetar os cidadãos comuns que possuem armas em casa. “Disfarçada de um tratado internacional de controle de armas para lutar contra o terrorismo e os sindicatos internacionais de crime, o tratado de pequenas armas da ONU é na verdade um esquema massivo, global de controle de armas”, disse o Rep. Paul Brown da Georgia, em mensagem distribuída pela Associação pelos Direitos de Armas, baseada em Colorado. Obama estava sofrendo muita pressão para não assinar esse acordo.

Somem-se a isso os fatos contraditórios sobre o massacre. Testemunhas dizem que havia um segundo atirador no local e que alguém abriu a porta da sala do cinema para James Holmes entrar. Uma segunda máscara de gás foi encontrada. Doze pessoas foram mortas e 58 ficaram feridas por um atirador com uma arma semi-automática. Áudio original da polícia daquele dia fala sobre dois atiradores, um de camiseta branca e azul e o que foi preso, que estava todo de preto. Um deles estava na rua, com máscara de gás, e outro no carro branco. E, no dia do julgamento, James Holmes tinha sido drogado à força, contra a vontade de seu advogado. Abaixo, depoimentos de testemunhas:

“Pelo que vimos, ele não estava sozinho, havia alguém com ele. Uma segunda lata de gás lacrimogêneo veio do outro lado”.

“Eu estava sentado na minha poltrona, e notei que uma pessoa se aproximou da primeira fila, à direita, e os créditos estavam passando, e pareceu que ele recebeu uma chamada no celular. Ele foi em direção à saída de emergência, o que eu achei estranho. E pareceu que ele deixou a porta propositadamente meio aberta. Assim que o filme começou, alguém entrou, todo de preto, máscara de gás, armadura, e jogou uma lata de gás na platéia, e saiu, e aí houve os tiros.”

Será que a enfermeira sabia de alguma coisa a mais?

FBI ajudou a organizar ataques terroristas dentro dos EUA

Quando o FBI anuncia que um plano terrorista foi desmantelado em território americano, como fez várias vezes nos últimos anos, a imprensa costuma comemorar. Mas o documentário de rádio “This American Life”, produzido pela Chicago Public Media e transmitido em mais de 500 estações nos Estados Unidos,  revela um outro lado da história.

Os detalhes apelativos dos tais planos terroristas ganham grande repercussão: em 2010, Mohamed Osman Mahamud planejou detonar uma bomba em um evento natalino lotado; em 2009, Hosam Maher Husein Smadi arquitetou a destruição de um arranha-céu em Dallas e Farooque Ahmed esboçou um ataque ao metrô de Washington; e em 2011, Rezwan Ferdaus foi preso depois de planejar atacar o Pentágono com aviões de controle remoto cheios de explosivos.

Mas pouco se fala sobre como o como o FBI consegue dar cabo destas conspirações. A resposta é simples e estarrecedora: em todos estes casos, agentes infiltrados do próprio FBI planejaram os ataques, forneceram materiais e encorajaram os “terroristas” – frequentemente adolescentes – a participar.

“Repetidamente, o FBI fabrica ataques terroristas”, escreve o analista Glenn Greenwald. “Eles se infiltram em comunidades muçulmanas para achar recrutas, os convencem a realizar ataques, fornecem dinheiro, armas e o know-how para levar seu plano adiante – apenas para saltar heroicamente no último instante, prender os supostos agressores que o FBI havia convertido, e salvar uma grata nação de uma trama orquestrada pelo próprio FBI”

Parece mentira, mas não é. O documentário feito pelo “This American Life” conta a história de uma das mais desastrosas e chocantes tramas armadas pelo FBI. Em 2006, um marginal de quinta chamado Craig Monteilh foi recrutado pelo órgão para infiltrar-se numa mesquita em Orange County, na Califórnia.

Monteilh é branco, tem 1,87 metros e é musculoso como um fisiculturista. Sua missão era atrair homens da mesquita para a sua academia, onde os recrutaria para um plano terrorista com discursos sobre a jihade Osama Bin Laden. O nome da missão: Operação Flexão.

Mas a operação encontrou uma pedra no meio do caminho: os alvos de Monteilh estavam mais interessados em jogar vídeogames do que na academia. Mesmo assim, Ayman e Yassir, os jovens que seriam aliciados pelo infiltrado marombeiro, gostaram do novato e começaram a andar com ele. Mas se assustaram quando Farouk, nome falso usado por Monteilh, começou a falar em “jihad” e “Osama Bin Laden” sempre que tinha uma oportunidade.

Nem Ayman e nem Yassir mostraram o mínimo interesse em discutir jihad ou terrorismo. Por isso, quando Monteilh começou a discutir a possibilidade de realizar um ataque à bomba, os dois jovens correram para denunciá-lo – para o próprio FBI.

O FBI negou-se a comentar a história. Principal órgão federal americano de investigação, hoje o FBI está sendo processado por membros da mesquita.

E Craig Monteilh é a testemunha principal contra seus antigos empregadores.

No ano passado, a Associated Press ganhou o prêmio Pulitzer de reportagem investigativa depois de descobrir uma operação secreta de espionagem maciça da polícia de Nova York que monitorava comunidades muçulmanas da cidade, apesar de não haver evidências de atividade terrorista.

Seja por meio de infiltrações em mesquitas por parte do FBI ou por policiais que espionam cafés e lugares de convivência, não é de se espantar que muitos líderes muçulmanos nos EUA estejam denunciando um clima de medo e desconfiança, semeado por ineficazes – e às vezes risíveis – ações das forças de segurança americanas.

Fonte: apublica.org
Original em inglês

Nibiru e uma semana de grandes terremotos

Estamos em uma semana de fortes terremotos, e isso nos faz pensar em uma relação com uma possível aproximação do sistema Nibiru. Hoje, tivemos um terremoto de 7.7 na escala Richter no mar entre a Rússia e o Japão, depois um de 7.3 e mais um de 7.3 no Nordeste da Rússia. E três réplicas de 5.1 na Califórnia. No sábado, terremotos de 6.3 e 6.4 no Irã causaram centenas de mortes e prejuízo de centenas de milhares de dólares. Os sismógrafos de todo o mundo parecem ter enlouquecido desde 27 de julho, em especial na região do Anel de Fogo do Pacífico (apesar de que já vimos esse quadro antes, e nada de mais significativo aconteceu).

Algumas fontes dizem que Nibiru se aproximará da Terra em 17 de agosto de 2012. E sua maior aproximação será em 26 de setembro de 2012. Os terremotos seriam uma predição desta aproximação? Bem, não custa lembrar o alarme que se fez sobre o dia 27 de setembro de 2011, como vimos aqui, plantado em grande parte por Sorcha Faal, e nada aconteceu. Assim, atendo-nos aos fatos, o que temos até agora são terremotos de forte intensidade em um curto período de tempo. Então, teremos que esperar para ver.

Ben Fulford: por que o Ocidente está agora sob o domínio nazista e por que a Elite está em negação.

Benjamin Fulford, 31 de julho de 2012
Agradecimentos ao colega Geraldo pela tradução

Uma visita ao Canadá e longas conversas com banqueiros, editores de jornais e outros que ainda vivem na história da grande mídia, sobre os eventos mundiais, expôs um estado de negação deliberada factual sobre o que realmente está acontecendo nos estados ocidentais terroristas. O editor de um grande jornal norte-americano, por exemplo, deixou claro a este escritor que ele precisava acreditar na história oficial sobre o 9/11 e todo o resto que os governos ocidentais terroristas estavam dizendo, porque a alternativa seria reestruturar radicalmente uma visão de mundo que ele criou ao longo da vida. Os banqueiros e outra “elite” também fervorosamente empurraram coisas como “o aquecimento global com base no CO2″, mas pararam imediatamente a discussão e mudaram de assunto quando foram apresentadas evidências mostrando que era uma fraude. O chefe de um importante laboratório de pesquisas médicas, por sua vez, deixou claro que pesquisar abertamente assuntos como armas biológicas (HIV, SARS, “gripe aviária”, etc) sendo espalhadas pelos bandidos significaria acabar com as subvenções para seu instituto de pesquisas e desemprego para ele e seus colegas.

O que estes ocidentais altamente inteligentes e completamente doutrinados têm em comum é um interesse financeiro (empregos, salários e status social elevado), uma família para sustentar e um medo de discutir abertamente o Golpe de Estado Fascista que aconteceu no Ocidente e levaria ao desemprego, pobreza e ostracismo. No entanto, quando certas palavras-chave e frases são evitadas (por exemplo, discutir “oligarcas” em vez de “cabalistas”), fica claro que a sua visão do mundo está começando a desmoronar-se, apesar de sua profunda necessidade pessoal de se agarrar à história “oficial” ocidental. Eles são como “comunistas de carteirinha” falando em voz vacilante de sua lealdade ao comunismo pouco antes da queda da União Soviética.

O caos no próximo outono vai obrigar pessoas como estas, finalmente, a enfrentar a realidade.

O editor de jornal, por exemplo, ficou, depois de muita discussão, disposto a concordar que 9/11 poderia ter sido um inside job, mas que tinha problemas para conceber tal conspiração maciça como sendo possível. No entanto, quando recebeu o panorama histórico financeiro detalhado (Green Hilton Memorial, o BIS, os processos contra o Federal Reserve Board, o fato de que o Patriot Act é quase idêntico à constituição nazista etc), ele expressou a vontade de começar a expor este material em seu jornal. Este escritor concordou em fornecer ao jornal artigos com fatos verificáveis que vão expor a quadrilha. Se tudo correr bem, a exposição sistemática da fraude financeira por trás do Federal Reserve Board e o Banco Central Europeu, etc, começará a ser publicada por este jornal a partir de setembro. Nesta época, o nome do jornal será divulgado e os links para os artigos serão enviados para os leitores. No entanto, o editor do jornal pode achar que a “pressão de cima” pode forçá-lo a pedalar para trás em sua oferta de ajudar a expor o que realmente está acontecendo.

O chefe da equipe de pesquisa médica, por sua vez, prometeu verificar discretamente a partir de um ponto de vista científico, se era verdade que a SARS e outras doenças recentes são armas biológicas criadas pelo homem. No entanto, ele pode achar que demasiadas pesquisas diligentes vão levar a uma visita das agências do alfabeto (Nota do Blog: CIA, FBI etc) ou das pessoas que controlam os seus subsídios. Veremos. Este premiado pesquisador e sua equipe foram um dos muitos que tiveram o seu financiamento cortado nos últimos anos, até que concordaram em parar as investigações sobre longevidade. Agora, ele está sendo forçado (por medo de perder o financiamento) a pesquisar doenças que requerem tratamento medicamentoso caro. Se sua equipe encontrar financiamento alternativo, ele diz que vai voltar à pesquisa de longevidade.

Os banqueiros foram um caso mais difícil de lidar, mas eles admitiram que a ganância desenfreada e a incompetência têm dominado completamente todo o sistema bancário. Eles também ficaram surpresos de que as prisões em massa de banqueiros proeminentes ainda não começaram. Até que isso aconteça, eles disseram que vão continuar a “seguir o dinheiro.”

Uma coisa que todos estes “elitistas” altamente educados e inteligentes mostraram é que, tão logo a principal fonte de dinheiro no Ocidente mude, as pessoas com um forte interesse financeiro no status quo irão mudar do dia para a noite. Em outras palavras, eles irão mudar sua visão de mundo ou pelo menos sua visão pública de mundo para atender quem quer que controle seus contracheques.

É por isso que a quadrilha que está no controle atualmente está fazendo absolutamente tudo ao seu alcance para impedir que o controle da criação e distribuição de euros e dólares seja tomado deles. Eles sabem que assim que isso acontecer, todo o castelo de cartas entrará em colapso. Eles vão continuar a lutar, chutando e gritando, para preservar o status quo até o último momento.

No entanto, o fato inevitável é que os direitos históricos sobre a maior parte do ouro do mundo (a base fundamental do BIS e dos bancos centrais no Ocidente) não pertencem aos bandidos que os têm usado. Mesmo com os bancos centrais ocidentais dizendo que já não estão usando o padrão-ouro, eles continuam não tendo dinheiro porque os países ocidentais como um todo têm tomado emprestado do resto do mundo nos últimos 30 anos. A linha de crédito que tornou isso possível agora está secando, e muitos países ocidentais estão percebendo que já não fazem muitas coisas reais que possam usar para negociar com o resto do mundo.

Em outras palavras, a grande maioria do dinheiro do mundo que é apoiado pela realidade física (imóveis, fábricas, commodities, bens manufaturados) não está mais sob seu controle e o seu dinheiro fraudulento derivado está sendo evitado. A aliança BRICS de 150 nações está segurando quase todas as cartas agora.

A melhor inteligência disponível até este ponto ainda indica que este outono (Nota do Blog: primavera no hemisfério sul) será um momento de grande mudança. Todo o sistema financeiro ocidental pode ser colado com fita adesiva e elásticos até as mudanças de regime previstos na China e nos EUA em novembro. No entanto, há um grande prazo financeiro em setembro que pode forçar mudanças mais cedo do que isso.

Na próxima semana, este escritor estará de volta à Ásia e se reunirá com autoridades chinesas e norte-coreanas e apresentará um relatório sobre estas reuniões. Os chineses já disseram que o novo ditador norte-coreano Kim Jong-un estava “ficando grande demais para suas botas.”

Haverá também discussão detalhada sobre a natureza e a história da sociedade secreta japonesa conhecida como “Yatagarasu” ou o corvo de três pernas com base em informações obtidas durante as discussões com os membros deste grupo em Tóquio e Kyoto.

Simbologia Illuminati na abertura dos Jogos Olímpicos de Londres 2012.

Muita gente achou sombria, e até meio macabra, a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres 2012. Realmente, pareceu não ter muito sentido. Mas depois que a gente desvenda as simbologias, tudo fica mais claro. Ou seria menos claro ainda? Vejamos algumas dessas simbologias:

– A cerimônia se inicia com duas músicas: Nimrod (de Edward Elgar) e Jerusalem. Nimrod foi o rei da Babilônia, “a cidade do homens”, do paganismo, da magia negra, segundo a Bíblia. O oposto de Babilônia seria Jerusalém, “a cidade de Deus”. Nimrod foi o primeiro ditador do mundo, opositor de Deus. Ele construiu a Torre de Babel com objetivo de colocar o povo sob um único governo. Mas Deus evitou que isso acontecesse confundindo as línguas dos cidadãos.

– Corroborando o caráter pagão desta primeira parte, Babilônia, vemos a dança do mastro, que na verdade é um antigo ritual pagão de fertilidade. O mastro representa o órgão sexual masculino, os laços representam o órgão feminino e a guirlanda no topo representa a virgindade da deusa.

– A segunda parte começa ao som do hino Jerusalem. Sua letra é um poema de William Blake, escrito como parte de uma coleção chamada Livros Proféticos. Este poema, que dá letra à música, fala sobre a volta de Jesus para criar uma nova Jerusalém (metáfora para Paraíso) na Inglaterra, em contraste com os “escuros moinhos satânicos” da Revolução Industrial.

Caliban

– Ainda na parte Jerusalem, ouvimos falas do personagem Caliban, de A Tempestade, última peça de Shakespeare. Na peça, Caliban, um monstro humano que não tem forma humana, vira escravo de Prospero, depois que este ocupa a ilha que habitava. Na cerimônia, Prospero é a figura gigante com a varinha. Esta peça tem inúmeros paralelos com o mais famoso trabalho ocultista de Francis Bacon, Nova Atlântida, e basicamente fala sobre sociedades subjugadas a uma elite que detém poderes ocultos.

Prospero

 

 

– Os britânicos são convidados a participar do trabalho número 1197 (11/9 ou 7/7 ou 1+1+9+7=9, número bem conhecido), em que devem tocar seus sinos por todo o país em determinado horário. Em rituais pagãos, os sinos são usados para indicar o início de uma celebração, para purificação do espaço e para invocação de espíritos. Pois bem, o ritual dos sinos foi marcado para as 8h12. Horário estranho? Especula-se que poderia ser uma referência a 8/12 (ou 12 de agosto), data do encerramento das Olimpíadas. A outra vez em que um sino foi usado para uma cerimônia de abertura das Olimpíadas foi em 1936, nos jogos de Berlim, na Alemanha nazista. O sino de 2012 pesa 27 toneladas e foi produzido para uma cerimônia que custou 27 milhões de libras, que aconteceu em 27 de julho (2+7=9). O sino possui a inscrição “Não tenhas medo. A ilha é cheia de ruídos”, frase dita por Caliban em A Tempestade.

– O desejo da criação de um governo único estaria representado pela fundição dos cinco anéis que representam os cinco continentes. Vemos, ainda, circundando o Estádio Olímpico, pirâmides com o topo separado (que abriga o Olho que Tudo Vê), outro importante símbolo maçônico, representando a sabedoria secreta dos “Iluminados”. Foram 13 “olhos”, representando as 13 linhagens reais que governam o mundo. Olhos que tudo vêem, vendo o desenrolar da história moderna encenada no estádio: da vida no campo, passando pela revolução industrial, a emancipação das mulheres, até a era digital.

– Estranhíssima foi a parte que representava o National Health System (Sistema Nacional de Saúde). O que vimos parecia uma criança sendo sacrificada em adoração a uma entidade gigante. Uma referência aos rituais da Bohemian Grove, em que a efígie de uma criança é sacrificada em adoração a Molech. Tudo em meio a personagens “bruxos” da literatura infantil, como Voldemort, Mary Poppins, Rainha de Copas. E também os vilões Capitão Gancho, Cruella De Vil (Devil). Vemos ainda crianças em camas de hospitais ao som de Tubular Bells, (olha os sinos aí de novo) de Mike Oldfield, música que foi trilha do filme “O Exorcista” (que mostra uma criança demonizada em uma cama). Oi?

– E a cabeça gigante de bebê, para a qual todos prestavam reverência? E por que o chão do estádio apareceu cheio de símbolos de runas (forma de adivinhação pagã) na queima das tochas?

– Sobre os símbolos das Olimpíadas de Londres 2012, podemos dizer o seguinte: o Irã emitiu uma reclamação oficial ao COI, afirmando que o logo London 2012 seria a palavra “Zion”, ou seja, Sion. Durante o reinado de David, Sion era sinônimo de Jerusalem. Sionismo, para quem não sabe, é um movimento político para estabelecer o o Estado de Israel na Palestina e uma Nova Jerusalém, ou uma Nova Ordem Mundial. Muitos especialistas em design e logotipia concordam com o Irã. Uma coisa que nos deixa com a pulga atrás da orelha, realmente, é este ponto, que seria o pingo do “i”. Para que ele serve no logotipo?

Pois bem, o logo seria uma celebração de Israel, estado criado em 1948, mesmo ano das últimas Olimpíadas de Londres. Wolff Olins, a consultoria de marca por trás da criação do logo seria ainda sionista. O que é comprovado é que ela pertence a judeus, e o logotipo custou 400.000 libras.

– Uma curiosidade: a esposa de Gordon Brown (primeiro-ministro britânico na época da criação do logo) começou sua carreira na Wolff Olins. Outra: o logo seria uma cópia descarada de uma obra do famoso arquiteto Daniel Libeskind. Esta obra é o Jewish Museum, em Berlim, e pela vista aérea capturada pelo Google Maps podemos ver que sua arquitetura também remete à palavra Zion. E mais: Daniel Libeskind é o designer da One World Trade Center, a torre principal do novo complexo World Trade Center em Nova York, construído no mesmo local daquele que foi derrubado (ou demolido) em 2001. Muitas conexões, não?

Jewish Museum, Berlim

– E os mascotes? Wenlock e Mandeville possuem, cada um, um Olho que Tudo Vê, símbolo bastante usado na maçonaria.

Wenlock Mandeville
We-nlock man-devile
We unlock man devil

Mas tudo isso pode ser apenas Teoria da Mera Coincidência.